terça-feira, dezembro 19, 2006

Novos poemas



Meu imensurável desejo


No instinto selvagem do medo
A esfera interfere fria
Vem o remanescente da Luz
E ao céu finito conduz

Ele vem, entra sussurrando
Cai na armadilha da monotonia
Extravasa a agonia
Transcende da vida vazia

Recebe o fardo da vida
Cura da alma a ferida
Deus Emanuel
Estrela da manhã
Fazendo dissemelhança
Acolhe o dócil coração de criança
Alma pura, alma gêmea
Dueto da dança
Duelo da vida!

Onde está a esperança?





Profival

Nenhum comentário: